A queda do Império Romano

Em texto também publicado pelo Meio&Mensagem, Beto Sirotsky conta o que enxerga para o futuro da indústria da comunicação.

Recentemente, em uma live entre Marcello Serpa e Hugo Rodrigues, dois dos caras mais admirados da nossa indústria, entrou em pauta o quanto a tecnologia está sendo disruptiva. Hugo até comentou e brincou que “sempre elogiamos e achamos bacana quando surgem Uber e Airbnb, mas, quando chegam ao nosso negócio, o cenário muda”. Serpa, então, contou que conheceu uma plataforma que conecta marcas a parceiros especialistas nas diferentes áreas da Comunicação e que achava que ela poderia “matar” o modelo de negócio no qual se fez e sempre acreditou. E, ao comparar o atual momento da nossa indústria com a queda do Império Romano, Serpa disse que o futuro do setor deverá seguir o mesmo caminho: da descentralização, da fragmentação.

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Precisamos falar sobre procurement

Se você participa do grupo que costuma fazer críticas ao setor de compras, não importa se as menos vorazes, está na hora de repensar essa posição. Tem sido quase um lugar comum ouvir que os compradores são burocráticos, não valorizam a inovação e a criatividade e só se preocupam com a redução dos custos. Esta percepção, porém, está mudando, especialmente nas organizações alinhadas com as mudanças.

Nessas, a área de compras atua a partir da visão estratégica do negócio e com o compromisso de planejar e promover uma gestão voltada para isso. Tal postura não só valoriza o setor, como faz com que seus profissionais assumam um novo perfil, desenvolvendo capacidades para lidar com as incertezas do mercado e com a efetiva chegada do futuro. São organizações que compreenderam que o processo de transformação alcança todos os indivíduos e departamentos e que uma boa ideia pode surgir em qualquer setor. Por isso, é preciso capacitar os times internos e criar um ambiente propício para a mudança.

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