[PODCAST] EP#08 Fernanda Belfort

Lifelong learning não é só uma expressão da moda. Para Fernanda Belfort, executiva que tem Microsoft, Reckitt Benckiser, Kimberly-Clark e Mondelēz no currículo, o aprendizado contínuo é um forma de se reinventar e se permitir explorar diferentes desafios na carreira. Neste episódio, Davi Cury e Beto Sirotsky conversam com Fernanda sobre a importância de ser um(a) eterno(a) aprendiz.

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Featured Story #20 | TroubleMakers

Se tem um jargão que podemos atribuir a 2020, provavelmente é o “novo normal”. Do começo da pandemia pra cá, quase todo mundo usou o termo ao menos uma vez, e muitos o adicionaram de uma vez ao seu vocabulário. 

Não é o caso de André Foresti.

O estrategista e fundador da TroubleMakers, aliás, escreveu um artigo para o UOL em junho com o título O clichê do “novo normal”: uma desculpa para quem estava no automático. Sem entrar em detalhes do conteúdo do artigo, já que o título é bem explicativo, Foresti entende que mudar é algo constante e necessário como antecipação e não apenas reação. 

Claro que mudança vem com desconforto, e sem desconforto não há mudança. E Foresti traz isso para o cerne da Tourblemakers. “Meet your discomfort” não é apenas uma tagline poderosa da consultoria, mas também uma dica da crença e, principalmente, metodologia da empresa que resolve problemas pilhando pessoas para chegar em pontos de vista originais.

Na Featured Story deste mês, conversamos com André Foresti sobre essa era de mudanças que vivemos. Confira!

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[PODCAST] EP#07. Indique Uma Preta

A consultoria Indique Uma Preta nasceu de um grupo de Facebook. Hoje, a startup, fundada e liderada por Daniele Mattos, Verônica Dudiman e Amanda Abreu, usa a força das comunidades (on e offline) para levar diversidade e informação para dentro das empresas.

Confira nosso papo com elas sobre a jornada até aqui e os planos pro futuro.

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Featured Story #19 | SOKO

A SOKO é uma agência que goza de fama e credibilidade no mercado. Considerada como uma das melhores agências de Earned Media do Brasil, a SOKO é discreta na autopromoção e conquistou prestígio porque seu trabalho fala mais alto.

Se procurar a agência no Instagram (@soko.cx) vai ver um feed com dez posts totalmente brancos, um com o logo da agência e um – somente um – com a frase “We are a data-driven earned media company that links brand stories to storytellers in a journey towards the right audience”. O site (www.soko.cx) segue a mesma linha. Discreto, com um texto mais na linha de um manifesto, não tem cases extravagantes nem perfil dos sócios.

Fundada em 2015, a agência é parte do grupo FLAGCX e é liderada pelos sócios Brisa Vicente (COO), Felipe Simi (CCO) e Pedro Tourinho (Head of Broadcast). Na Featured Story deste mês, conversamos com a Brisa sobre o modelo de trabalho da SOKO, a relação com os clientes e a comunicação na era dos dados.

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Diversidade é investimento

Gabriel Besnos, sócio-diretor da Bistrô, agência especializada em diversidade, argumenta que é hora de parar de olhar para o tema com uma visão assistencial: “investir em diversidade é uma decisão de gestão que costuma premiar as empresas que o fazem com possibilidades maiores de sucesso”.

Organizações vivas, que aprendem permanentemente, precisam ser permeáveis à mudança e devem entender duas coisas essenciais para prosperar, em qualquer época: seu papel social e o espírito do tempo. Recentemente, temos visto um movimento continuado e (ora mais, ora menos) estruturado de empresas que pautam a diversidade como eixo estratégico de sua atuação. As iniciativas, que ocorrem em todo o mundo e em corporações de diferentes portes, são “imparáveis” – porque justas e necessárias. É fundamental que se reconheçam os obstáculos e discriminações impostos às minorias políticas para ingresso, acolhimento e ascensão no mercado de trabalho (mulheres, PCDs, negros, LGBTQI+, comunidades étnicas e/ou religiosas, refugiados, pessoas neurodiversas, entre outros). Um grupo expressivo, heterogêneo, que acaba compondo, com suas múltiplas cores e corpos, uma espécie de “maioria minorizada”, pegando um conceito emprestado do professor Richard Santos ao falar sobre a questão racial no Brasil.

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Featured Story #18 | Monkey-land

2020 tem sido um ano bastante atípico e particularmente desafiador para qualquer empreendedor. Imagina então se 2020 for o primeiro ano de operação da sua empresa? Bem, dizem que mar calmo nunca fez bons marinheiros, né?

Toni Fernandes, Leonardo Claret, Saulo Sanchez e Ricardo Forli sabem disso, mas estão curtindo cada minuto desse mar agitado. Ou melhor, dessa selva agitada. Os quatro, que até 2019 faziam parte da liderança de uma das principais agências do Brasil, fundaram a Monkey-land para ser um estúdio criativo horizontal, ágil e sem amarras com os modelos tradicionais.

Na Featured Story deste mês, conversamos com o quarteto sobre as dores e os prazeres de empreender depois fazer carreira em grandes agências. 

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O chamado do RH para colocar o discurso na prática

Em artigo exclusivo escrito a convite da BPool, Alan Rochlin, Community & Business Lead da consultoria de recursos humanos THE GRID, fala sobre o papel do RH e o futuro do trabalho. Confira abaixo!

Da criação de novas comunidades à diferentes realidades de trabalho, as grandes mudanças serão articuladas pelos RHs 

A sociedade tem suas mudanças refletidas nas organizações da mesma forma que estas também podem acelerar grandes transformações no coletivo, mas nada evolui sem troca. Não só por meio de uma constante atenção aos movimentos do mundo, mas também com as pessoas das nossas empresas e parceiros próximos. Em conversa com a Yael Cohen, nossa curadora de talentos do THE GRID e Gerente de RH na TuneIn, ela traz que “acontecimentos no mundo nos fazem questionar nossos comportamentos e da nossa sociedade, adicionando mais uma camada de desconforto. O RH e a liderança da empresa têm que ouvir seus colaboradores e proporcionar, de acordo com o possível, formas de ajudá-los a suprir as diferentes camadas dessas (novas) necessidades.” 

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Live Commerce: um novo jeito de comprar

Alessandro Cauduro, CEO da Huia e CIO da Haus (Grupo Stefanini), escreveu sobre tendências de comércio que ele tem observado pelo mundo, e como o Brasil tem dado os primeiros passos. Confira abaixo!

A nossa hora ia chegar, claro. Mas devagarzinho. Nós, brasileiros, estávamos nos adaptando ao e-commerce, aderindo ao marketplace, embarcando nas plataformas de streaming. Aí, veio a pandemia, que acelerou exponencialmente a adoção de novas tecnologias pelas empresas no Brasil. Entre aderir ou quebrar, elas se viram obrigadas a impulsionar a transformação digital e até a testar novos modelos de trabalho.

Assim como as empresas, as pessoas também tiveram que se adaptar. Agora isoladas em casa, começaram a consumir cada vez mais conteúdo digital tanto para entretenimento quanto para compras.

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Featured Story #17 | UP Lab

Se a gente puder destacar um aspecto positivo que temos visto ao longo dessa pandemia, é a capacidade humana e empresarial de fazer o bem.

Comunidades se organizaram para dar assistência aos mais carentes, empresas se movimentaram para ajudar hospitais, profissionais da saúde, pequenos comerciantes e etc. Os mais céticos podem argumentar que esses movimentos são impulsionados por objetivos egoístas de autopromoção. Os mais otimistas vão dizer que, independente do motivo, o importante é que algo seja feito, não importa o alcance do impacto da sua ação.

Existe mérito em ambos lados da moeda? Quais mudanças o mundo pós-pandemia vai exigir das marcas? Para discutir o tema, convidamos o Rennê Nunes, CEO do UP Lab, laboratório de inovação especialista na seara do impacto positivo.

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